
Entidade sem fins lucrativos, de caráter científico e cultural, visa congregar médicos e profissionais.
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NOTA TÉCNICA DA SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE.
A partir de 15/06/21 a inclusão de pacientes no protocolo de dispensação de medicamentos especiais para DPOC voltou a solicitar espirometria realizada nos últimos 6 meses.
– Nota Técnica SES
Nova apresentação para tratamento da Tuberculose.
O Programa Estadual de Controle para Tuberculose solicita divulgação da nova apresentação dos comprimidos da segunda fase (fase de manutenção) do esquema básico: Rifampicina (150 mg) + Isoniazida (150 mg) o que irá favorecer a adesão ao tratamento diminuindo o número de comprimidos diários.
Em 17/02/2021, a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI) publicaram uma nota técnica com orientações sobre asma e COVID-19.
O documento reúne dúvidas comuns sobre os riscos e desfechos da COVID-19 em pacientes asmáticos, tratamento, como uso de corticoide e imunobiológicos, imunização e interação dos medicamentos com a vacina.
Leia a nota completa.
É com grande satisfação que comunicamos o lançamento do livro: “Tabagismo: prevenção e tratamento”. São 493 pgs, 51 capítulos, 19 anexos e mais de 1000 referências. Na compra até 30/4, frete grátis e 10% desconto na DiLivros e quase 20% para sócio da SBPT. Direitos autorais da SBPT e da DiLivros.
A Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia vem esclarecer seus associados e a comunidade de profissionais atuando em saúde respiratória sobre os riscos de condutas e procedimentos sem respaldo científico que têm sido realizados em pacientes com COVID19.
Um dos princípios da medicina é o Primum Non Nocere, antes de tudo, não fazer mal ao paciente. Frente a uma pandemia de uma doença respiratória que tem tirado a vida de milhares de Brasileiros todos os dias, é compreensível que colegas queiram tentar medidas extremas na esperança da sua conduta trazer um benefício a quem está sob seus cuidados. No entanto, procedimentos reconhecidamente perigosos e sem comprovação de benefício podem, inadvertidamente, contribuir para a piora clínica dos doentes e, também, colocar em risco toda a equipe assistencial.
Uma das práticas que tem se difundido, inclusive com apoio de políticos e formadores de opinião, é a inalação de comprimidos de cloroquina macerados e diluídos em soro fisiológico. Essa prática é certamente danosa ao já combalido sistema respiratório do paciente.
Cabe lembrar que o comprimido tem na sua composição talco que é um silicato e outras substâncias agressoras. Quando inaladas essas substâncias podem causar broncoespasmo e se depositam no pulmão e vias aéreas causando uma reação inflamatória. Essa inflamação aguda se somando à inflamação pulmonar pela infecção viral tem o potencial de agravar o quadro. Em nenhuma diretriz para tratamento de nenhuma doença é recomendado o uso de comprimidos por via inalatória. O acúmulo desse material pode, inclusive, causar consequências a longo prazo como insuficiência respiratória crônica.
O uso de medicações inalatórias por nebulização na COVID19 deve ser sempre cauteloso pelo potencial de aerolização e contaminação do ambiente com partículas virais. Isso adiciona risco ambiental ao já perigoso procedimento.
Deixamos aqui o nosso apelo para que em nenhuma circunstância seja prescrita ou administrada inalação com comprimidos macerados.
Desejamos a todos muita saúde e força no enfrentamento diário da pandemia!
Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia.
O #ILDSummit reunirá grandes nomes da Pneumologia, Reumatologia e outras especialidades envolvidas no cuidado de pacientes com Doenças Pulmonares Intersticiais para discutir sua abordagem, da triagem ao tratamento. Deixamos o nosso convite a você, lembrando que as vagas são limitadas. Inscreva-se agora e acompanhe tudo em www.ildsummit.com.br

Depois de intenso trabalho nos bastidores, o nosso ex-presidente José Eduardo Delfini Cançado conseguiu incluir todas as doenças respiratórias crônicas graves como prioridade para vacinação contra Covid-19. Vitória da pneumologia brasileira e dos nossos pacientes.
PLANO NACIONAL
O grupo de trabalho da SPPT elaborou uma resposta à consulta pública da CONITEC para a 52ª consulta pública referente à inclusão de umeclidíneo ao PCDT de DPOC.
A Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT) reconhece a necessidade de um protocolo estruturado para o manejo clínico da DPOC. Louvamos o esforço do Ministério da Saúde e da CONITEC em revisar a literatura médica e sistematizar o atendimento dessa complexa patologia frente ao constante avanço no conhecimento específico da área. Lamentamos, entretanto, a falta de discussão do protocolo com as entidades médicas. A SPPT sempre se colocou a disposição para contribuir com a elaboração do protocolo. Nosso comitê científico tem tanto conhecimento quanto experiência para ajudar a aprimorar o cuidado com os portadores de DPOC.
Quando do lançamento do protocolo de 2013 a principal crítica foi a ausência de da incorporação de anticolinérgicos de longa duração (LAMA). Essa consulta pública visa corrigir essa lacuna e, nesse sentido, conta com nosso apoio. Atualmente estão disponíveis no Brasil o tiotropio, umeclidínio e o glicopirrónio.
Os LAMA também estão presentes em formulações associadas a beta-2 agonista de longa ação (LABA) conhecidas como associações LABA + LAMA. No Brasil temos disponíveis as associações umeclidínio + vilanterol, tiotrópio + olodaterol e glicopirrônio + indacaterol.
Na discussão e no relatório final da CONITEC foi exposto que a incorporação de associação LABA + LAMA seria mais custo efetiva. Considerando que existe evidência na literatura da superioridade da associação LABA + LAMA para DPOC sobre seus monocomponentes (1) e que a associação não mostra aumento de eventos adversos (2) julgamos que seria mais apropriada a incorporação de associação LABA + LAMA.
A justificativa da CONITEC para a incorporação de LABA isolado colocada no documento técnico foi: “Outro ponto de discussão foi sobre os dados de monitoramento que sugeriram que pacientes com regimes de dose separadas, ou com dose fixa combinada com dose separadas, apresentam risco menor de óbito em relação aos pacientes com regime de dose fixa combinada, com significância estatística.” Essa colocação não foi referenciada, não encontramos na literatura nenhum estudo que embase a colocação e, como foi colocado previamente, não existe diferença em relação à mortalidade e eventos adversos do uso de LABA+LAMA frente a seus monocomponentes. Sugerimos, portanto, a incorporação de associação LABA + LAMA ao PCDT de DPOC.
Nos últimos anos diversos novos medicamentos em diferentes dispositivos foram disponibilizados ao arsenal terapêutico da DPOC. O uso dos dispositivos requer a técnica inalatória apurada que é diferente para dispositivos de pó seco ou de névoa. Pacientes com dificuldade cognitiva ou psicomotora para coordenação entre acionamento e inalação tem restrições ao uso de dispositivos de névoa. Já pacientes com fluxo inspiratório reduzido apresentam incapacidade de vencer a resistência interna de dispositivos de pó seco o que acarreta em menor depósito pulmonar da medicação e baixa eficácia (3,4). Assim, sugerimos a incorporação de ao menos 2 formulações da LABA + LAMA ao protocolo. Uma em névoa (tiotrópio + olodaterol) e uma em pó seco (umeclidínio + vilanterol ou glicopirrônio + indacaterol)
Convém ponderar, também, que a incorporação de mais de uma formulação de LABA + LAMA ao protocolo como equivalentes terapêuticos daria maior competitividade e, portanto, possibilidade de preços mais acessíveis quando fossem realizados pregões para compra de medicamento pelos Estados.
Resumo do posicionamento da SPPT
1. Elaborar o PCDT de DPOC em parceria com a Sociedade de Pneumologia
2. Incorporação de LABA+LAMA ao invés do LAMA isolado
3. Incorporação de 1 formulação com pó seco e outra com névoa
Referências:
1. Rogliani P, Calzetta L, Braido F, et al. LABA/LAMA fixed-dose combinations in patients with COPD: a systematic review. Int J Chron Obstruct Pulmon Dis. 2018;13:3115-3130. Published 2018 Oct 4. doi:10.2147/COPD.S170606
2. Oba Y, Sarva ST, Dias S Efficacy and safety of long-acting β-agonist/long-acting muscarinic antagonist combinations in COPD: a network meta-analysisThorax 2016;71:15-25.
3. Mahler DA. The role of inspiratory flow in selection and use of inhaled therapy for patients with chronic obstructive pulmonary disease. Respir Med. 2020 Jan;161:105857. doi: 10.1016/j.rmed.2019.105857. Epub 2019 Dec 28. PMID: 32056720.
4. Arzu Ari & James B Fink (2020) Recent advances in aerosol devices for the delivery of inhaled medications, Expert Opinion on Drug Delivery, 17:2, 133-144, DOI: 10.1080/17425247.2020.1712356

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